Quem Somos

O Crea-ES, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado do Espírito Santo, é o maior Conselho de fiscalização profissional do Espírito Santo, responsável pela fiscalização de atividades profissionais nas áreas da Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia e Meteorologia, além das atividades dos Tecnólogos e das várias modalidades de Técnicos Industriais e Agrícolas de nível médio.

Vinculado ao Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), que é a instância superior de regulamentação das profissões abrangidas, foi instituído em 16 de dezembro de 1977, pela Resolução nº 251, com fundamento na Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, na forma estabelecida pelo Decreto Federal nº 23.569, de 11 de dezembro de 1933, para exercer papel institucional de primeira e segunda instâncias no âmbito de sua jurisdição.

A instituição, dotada de personalidade jurídica de direito público, com sede e foro na cidade de Vitória e jurisdição no Estado do Espírito Santo, é composta pelo Plenário (representado pelas instituições de ensino superior e pelas entidades de classe de nível superior, cujo terço é renovado anualmente), Câmaras Especializadas, Comissões, Grupos de Trabalho, Presidência, Diretoria e Inspetorias e tem como atribuições registrar, fiscalizar, controlar, orientar e aprimorar o exercício das atividades profissionais da área tecnológica, em seus níveis médio e superior.

O Crea-ES tem como propósito a defesa e o desenvolvimento da sociedade por meio do aperfeiçoamento e da fiscalização preventiva e corretiva do exercício das profissões da área tecnológica, assegurando a aplicação correta, legal e ética dos conhecimentos e serviços dessas áreas. Na cidade ou no campo, o Crea-ES  está sempre presente para garantir a qualidade das obras e serviços que devem ser realizados mediante a contratação de profissionais habilitados.

Além de sua função legal, a instituição busca também defender a sociedade contra os riscos a que estaria exposta pelo exercício das profissões regulamentadas por leigos, bem como pelo mau desempenho dessas por profissionais habilitados, desempenhando também atividades de valorização profissional.